• Brasil é exemplo mundial de anticorrupção, diz ministro da transparência;
  • Ex-presidente coreana é presa por corrupção;
  • Compliance: análise jurídica da economia.

Brasil é exemplo mundial de anticorrupção, diz ministro da transparência
O Ministro da Transparência, Fiscalização e Controladoria Geral da União, Torquato Jardim, afirmou que o Brasil tem sido reconhecido mundialmente pelos esforços recentes de combate à corrupção.
Citou, por exemplo, que o fato do grupo de trabalho especial de combate à corrupção da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) ser co-presidido pelo Brasil demonstra tal reconhecimento.
Ressaltou também as virtudes do programa Pró-Ética, que, segundo ele, abre espaço no mercado e pode ser um diferencial entre os países com os quais o Brasil faz negócios. Citou o caso de uma empresa brasileira de software que, depois de obter o selo Pro-Ética, fechou contrato de grande porte nos Estados Unidos.
Empresas de qualquer porte e setor podem pleitear ao selo conferido pelo Ministério da Transparência.

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Ex-presidente coreana é presa por corrupção
Depois de ter sofrido processo de impeachment, a ex-presidente sul-coreana, foi presa preventivamente em ação judicial por corrupção.
A ex-presidente foi ouvida por tribunais de Seul por cerca de nove horas e teve sua prisão preventiva declarada em seguida. Esse caso gerou grande abalo no meio político e econômico da Coréia do Sul.
A acusação que pesa sobre ela é a de ter agido em conluio com uma amiga pessoal para extorquir grandes somas de dinheiro dos grandes empresários do país, dentre eles o herdeiro da Samsung, também detido no âmbito da mesma investigação.
Foi o primeiro caso de impeachment no país.

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Compliance: análise jurídica da economia
Em artigo dedicado à análise jurídico-econômica dos programas de Compliance, Jessé Pereira Junior e Thaís Boia Marçal destacam que estudos têm mostrado que a implementação de programas de Compliance gera um ganho competitivo da empresa, pois aumenta sua confiabilidade no mercado.
Segundo definição de Peter Druker, os resultados de uma empresa não estão apenas no lucro contábil, mas também no ambiente externo à empresa, onde se forma ou se degrada a credibilidade de sua marca.
Em relação às bases jurídicas de um programa de integridade, os autores argumentam que a função social da empresa privada é o principal fundamento de tais programas, pois submete a busca pelo lucro à ética negocial.
Em outras palavras, a ética deve guiar a busca pelo lucro. Desse modo, os entes privados cumpririam plenamente com o preceito constitucional que exige que toda propriedade privada tenha uma função social.

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O que você achou do fato do Brasil ser exemplo no combate à corrupção? E do fato de uma empresa com o selo pró-ética ter utilizado esse selo como diferencial para fechar negócios? Será que sua empresa já percebeu que ser transparente e ter um efeito programa de Compliance é sinônimo de negócios e de sustentabilidade do negócio? O que achou da ex-presidente da Coréia do Sul ter sido presa logo após o seu impeachment? Será que veremos outros ex-presidentes que se envolveram em corrupção serem presos? Sua empresa vê o Compliance como uma das coisas que ele é, o que seja, um diferencial positivo no mercado? O que você pode fazer a respeito disso? Deixem ai seus comentários, não se esqueçam de curtir esse vídeo e assinar o canal.

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