Nesta edição:

  • Caixa dois e corrupção são diferentes, mas ambos são crimes, afirma Barroso;
  • Instituto Ethos se posiciona em favor da Lava-Jato;
  • Ações contra a corrupção crescem no mundo.

Caixa dois e corrupção são diferentes, mas ambos são crimes, afirma Barroso:

O ministro de STF, Luiz Roberto Barroso, declarou à Folha de São Paulo que “caixa dois e corrupção podem, de fato, ser coisas diferentes, mas ambos são crimes”.

A afirmação do ministro repercute o que disse o também ministro do STF, Gilmar Mendes. Mendes defendeu a diferenciação do caixa dois e da corrupção. Disse que empresas fazem a “opção” de doar para campanhas políticas por meio de caixa dois e assim evitar achaque de outros políticos.

Para o candidato, no entanto, seria indiferente receber pelo caixa um ou caixa dois.

A discussão está acalorada em Brasília, onde deputados, senadores e até o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso têm emitido notas públicas nas quais amenizam o crime de caixa dois.

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Instituto Ethos se posiciona em favor da Lava-Jato:

O Instituto Ethos enviou aos chefes dos principais poderes do Estado brasileiro uma carta aberta em defesa da Lava-Jato.

O motivo da carta teriam sido os indícios que indicam que “poderosas forças políticas e econômicas atuam para inviabilizar novas investigações e os resultados da Operação”.

O Ethos defende a criação de um Sistema de Integridade Nacional e um Plano Nacional de Integridade, Transparência e Combate à Corrupção em favor da transparência pública e do controle.

Desde o início da Operação Lava-Jato, o instituto tem se posicionado favoravelmente às investigações. Agora, decidiu reforçar seus posicionamentos anteriores e reiterar a necessidade de transparência nas relações público-privadas a fim que a retomada do crescimento se dê sob bases íntegras e éticas.

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Ações contra a corrupção crescem no mundo:

O novo relatório da Organização Trace International concluiu que ações contra a corrupção tem aumentado ao redor do mundo.

Em 2016, o número de casos julgados pela justiça americana dobrou. O mesmo se observou em casos julgados por juízes de outras jurisdições.

2016 foi um ano recorde em número de casos julgados, disse Alexandra Wrage, presidente da Trace International. Os Estados Unidos e outros países têm julgado ações em número nunca antes visto, e leis anticorrupção ainda estão em fase de implementação em vários países.

Os Estados Unidos são o modelo quando se fala em ações judiciais por corrupção, tendo sido ativo neste campo há mais de 30 anos. O que o relatório revela é que os números não estão caindo.

A Organização estima que cerca de 70% das ações em justiça envolvendo casos de corrupção foram julgadas nos Estados Unidos. E dentre esse percentual, 46% são relativos a suborno de oficiais asiáticos.

Outra estatística relevante trazida pelo relatório é o número crescente de casos julgados na China, possivelmente como um resultado dos esforços recentes do presidente do país asiático, Xi Jinping, no combate à corrupção.

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