• Combate à corrupção atrai investimento;
  • G20 no Brasil: foco em combater corrupção;
  • Compliance estratégico

Combate à corrupção atrai investimento
Klaus Schwab, fundador e presidente executivo do Fórum Econômico Mundial, foi otimista em sua visita ao Brasil e disse acreditar que o país está demonstrando sinais promissores de recuperação econômica.
No entanto, também afirmou que é importante que o país não perca tudo o que construiu nos últimos 18 meses, isto é, o Brasil deve implementar as reformas internas necessárias e assegurar que os escândalos de corrupção ficarão para trás.
Por fim, afirmou que ficou impressionado ao constatar a independência do Poder Judiciário brasileiro e disse, mais uma vez em tom otimista, que veremos um país menos corrupto no futuro.

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G20 no Brasil: foco em combater corrupção
O Brasil será o país-sede de dois eventos que reunirão os representantes do G20 que discutirão medidas internacionais de combate à corrupção.
Torquato Jardim, ministro da Transparência, disse que no encontro serão discutidas questões como cooperação internacional para o enfrentamento de crimes financeiros internacionais e parcerias que permitam o compartilhamento de documentos e informações, assim como o tema da recuperação de ativos.
Ainda segundo o ministro, há consenso entre os países sobre a necessidade de medidas de cooperação internacional que auxiliem as investigações de crimes financeiros transnacionais.
No entanto, alguns países ainda são reticentes em colaborar com outros, e em particular com o Brasil, pois temem o vazamento de informações confidenciais.
O ministério da Transparência defenderá, em seminário prévio à reunião do G20, a possibilidade de assinar acordos de cooperação jurídica internacional diretamente com os organismos estrangeiros, sem a intervenção dos Ministérios da Justiça e das Relações Exteriores, como acontece hoje.

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Compliance estratégico
Um estudo publicado recentemente pela empresa de auditoria e consultoria EY (Ernst & Young) apontou que 43% dos executivos alemães entrevistados acreditam que o suborno e a corrupção são comuns no país.
O resultado surpreendeu, pois houve um grade salto em relação a 2015, quando apenas 26% dos executivos disseram crer na habitualidade da corrupção.
Segundo o diretor do departamento de investigação de fraude da EY, o escândalo de emissões da Volkswagen, o da manipulação de tarifas da Libor, assim como outras violações de Compliance têm estampado as manchetes com bastante frequência nos últimos meses.
O estudo revelou ainda que pessoas da dita “Geração Y”, com idades entre 25 e 34 anos, não têm tantas reservas em agir de modo antiético. Quase um quarto dos executivos dessa faixa etária admitiu que agiria de maneira antiética para garantir um novo contrato ou estender o já existente.

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Você concorda que o combate à corrupção atrai investimentos para o país? Não acha que essa bandeira deveria ser defendida por todos que querem ver o Brasil sair da crise econômica? O que acha do G20 se reunir no Brasil e buscar medidas de combate internacional à corrupção? O que achou da pesquisa da EY que revelou uma percepção maior de corrupção na Alemanha? Deixem ai seus comentários, não se esqueçam de curtir esse vídeo e assinar o canal.

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