• No Excuses: combatendo as 10 desculpas mais comuns para um comportamento corrupto;
  • Ex-ministro do Equador detido por corrupção relacionada com brasileira Odebrecht;
  • Executivos de empresa de telecom húngara concordam em pagar multas por violações ao FCPA.

No Excuses: combatendo as 10 desculpas mais comuns para um comportamento corrupto;

A ONG Alliance for Integrity publicou um guia de bolso no qual desconstrói as 10 desculpas mais comuns para um comportamento corrupto. Você saberia quais são?

1 – Eu não sabia que era corrupção

2 – Não fiz por mim, fiz por minha empresa

3 – Ninguém perde, na verdade, todos saem ganhando

4 – É assim que se faz negócios por aqui

5 – Se a gente não fizer, alguém fará

6 – Ninguém consegue fazer a diferença sozinho

7 – Precisamos de parceiros para agilizar as coisas

8 – Um programa anticorrupção é muito caro

9 – De todo jeito, só se vai atrás das grandes empresas

10 – Não sei como reagir à corrupção

Além de abordar cada tópico, o guia ainda traz algumas considerações práticas e mais gerais sobre como combater as desculpas. Cita, por exemplo, os treinamentos contínuos, a punição aos infratores, a recompensa aos que se destacam e, por fim, o exemplo de boa conduta que tem que vir da alta administração.

Link da notícia

Ex-ministro do Equador detido por corrupção relacionada com brasileira Odebrecht

Alecksey Mosquera, ex-ministro da Energia do Equador, foi preso no âmbito da investigação sobre pagamentos ilícitos feitos pela empresa Odebrecht.
Os procuradores equatorianos tinham se reunido com representantes da Odebrecht nos Estados Unidos para tentar chegar a um acordo para que a empresa revelasse informações ao Equador sobre transações irregulares naquele país.
Em acordo com as autoridades locais, a Odebrecht forneceu provas do pagamento de mais de 35 milhões de dólares a funcionários do governo, obtendo um benefício de 116 milhões de dólares.

Link da notícia

Executivos de empresa de telecom húngara concordam em pagar multas por violações ao FCPA

Dois ex-executivos da empresa Magyar Telekom, concordaram em pagar multas por violações ao FCPA. O ex-presidente da empresa, Elek Straub, pagará 250 mil dólares, enquanto que o responsável pela estratégia da empresa deverá desembolsar 150 mil dólares.
Além da sanção financeira, os executivos também receberam pena de inabilitação do exercício da função de executivo em qualquer empresa listada na SEC.
Em dezembro de 2011, a empresa húngara admitiu ter subornado funcionários públicos da Macedônia e em Montenegro para ganhar novos contratos e sufocar os competidores.
Alega-se que os executivos utilizaram um contrato de consultoria fictício com uma empresa intermediária grega de cerca de 5 milhões de dólares. A SEC afirma que os executivos sabiam ou DEVERIAM SABER que a quantia seria repassada a funcionários públicos da Macedônia.

Link da notícia

Você já leu o guia de bolso da ONG Alliance for Integrity? Vale a pena! O link está abaixo e vale divulgar ao máximo de pessoas que você conhece? Percebem o alcance e o benefício de um acordo de leniência e uma delação premiada? Verificam que não apenas o Brasil, mas também diversos outros países estão descobrindo e, mais importante, punindo a corrupção em seu país? O que achou da SEC punir pessoas físicas como aqueles executivos, com base no FCPA? O que achou dela impedir que eles possam trabalhar em empresas listadas na SEC? Deixem ai seus comentários, não se esqueçam de curtir esse vídeo e assinar o canal.

Se achar que alguma notícia merece destaque, ou se quiser ver algum tema tratado com maior profundidade mande sua sugestão para: news@icomply.com.br

icomply-wp

View all posts

Add comment

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *