• Programas de Compliance e o efeito borboleta;
  • Governante diz que corrupção em Angola é um fenômeno complexo;
  • O que acaba com a economia é a corrupção, não a investigação

Programas de Compliance e o efeito borboleta
O que o chamado “efeito borboleta”, ou o fato de pequenos atos num sistema complexo poderem produzir grandes efeitos, tem a ver com compliance?
O responsável pelo compliance no Brasil da CVS, Alexandre Serpa, explica que as questões e discussões ligadas ao compliance são por essencial complexas, pois frequentemente uma ação pode não ter o efeito esperado.
Por exemplo: um colaborador pergunta ao compliance officer se pode oferecer um presente a um funcionário público e espera receber uma resposta direta, sim ou não. Entretanto, o responsável pelo compliance responde com uma série de perguntas, como por exemplo: “qual o presente?”, “o funcionário público ou a repartição em que trabalha tem poder de decisão em algum negócio que interesse à empresa?”, “o código de ética ao qual o funcionário está sujeito permite tal oferta?”, entre outras.
Nesse cenário complexo, no qual pequenos detalhes podem fazer toda a diferença, o autor defende que, ao invés de ter que a cada vez responder com várias perguntas, o ideal seria educar os colaboradores para que possam, sozinhos, entender como o processo de tomada de decisão de um compliance officer funciona.
Isso facilitará o trabalho do compliance officer e criará um ambiente mais seguro.
Link da notícia

Governante diz que corrupção em Angola é um fenômeno complexo
Francisco Manuel de Queiroz, ministro angolano da Geologia e das Minas, afirmou durante o Fórum de Comércio e Investimento Reino Unido-Angola, que a corrupção no seu país é um fenômeno complexo e que por vezes é tratado de modo superficial.
Sobre o combate à corrupção no próximo governo angolano, o ministro respondeu que é algo que tem que ser combatido como se combatem os comportamentos, porém trata-se de um trabalho de longo prazo.
O ministro se referiu às eleições de agosto 2017, que colocarão um fim aos 38 anos de presidência de José Eduardo dos Santos, e que serão uma oportunidade para se avançar no combate à corrupção.
Link da notícia

O que acaba com a economia é a corrupção, não a investigação
Em artigo publicado no Estadão, o procurador da República Diogo Castor de Mattos aborda a relação entre corrupção e economia. Reconhece que, num primeiro momento, a descoberta de esquemas criminosos de grande amplitude podem gerar uma crise econômica.
No entanto, a longo prazo, a corrupção provoca um dano imensurável à economia.
A corrupção viola o princípio da livre concorrência, o que afeta o preço dos produtos no mercado, concentra a riqueza nas mãos de poucos, impede a entrada de novos players no mercado e cria despesas desnecessárias ao Estado.
O Procurador, ao defender o combate à corrupção apesar dos danos imediatos à economia do país, cita o juiz Moro, para quem “não se pode acusar a polícia de homicídio por ter encontrado o cadáver”.
Link da notícia

O que achou da sugestão de fazer com que todos na empresa pensem como um Compliance Officer? Essa seria a verdadeira cultura do Compliance integrada ao cotidiano de uma empresa e, parece-me, não há melhor maneira de mitigar riscos de desvios de conformidade do que tentar criar essa cultura? O que achou do fato de um ministro de Estado reconhecer que há corrupção em seu país? Não seria um indício de, pelo menos, um enfrentamento da questão? Concorda que a investigação não pode ser responsável pelo dano que o objeto investigado causou? Deixem ai seus comentários, não se esqueçam de curtir esse vídeo e assinar o canal.

Se achar que alguma notícia merece destaque, ou se quiser ver algum tema tratado com maior profundidade mande sua sugestão para: news@icomply.com.br

IComply, aprimorando pessoas, fortalecendo empresas

icomply-wp

View all posts

Add comment

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *