• Revelações da Odebrecht ainda em segredo;
  • Um viável gerenciamento de riscos corporativos;
  • Prescrição é a maior ameaça à Lava-Jato no STF, diz idealizador da Ficha Limpa.

Revelações da Odebrecht ainda em segredo;

Apesar da grande repercussão com a revelação das delações premiadas por executivos da Odebrecht, ainda há cerca de 200 depoimentos por 20 delatores que são mantidos em segredo de justiça.
Isso porque a maior parte dessas gravações envolvem supostos crimes no exterior, e o STF terá que decidir se irá julgar tais casos ou remití-los aos tribunais estrangeiros.
Além disso, há uma cláusula expressa no acordo de delação entre a empresa e o Ministério Público que prevê a confidencialidade das revelações sobre crimes praticados no exterior até 1 de junho de 2017.
Por outro lado, há também trechos sigilosos que envolvem políticos brasileiros, mas considerou-se que a divulgação dessas gravações poderia atrapalhar as investigações em curso.

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Um viável gerenciamento de riscos corporativos
Angelo Calori e Valdinei Silva explicam que o modo de se realizar um gerenciamento de riscos tem que ser constantemente adaptado. Isso porque os ambientes internos e externos se modificam a todo momento. Consequentemente, os riscos associados também mudam.
São exemplos de mudanças no ambiente externo a atuação em novos mercados, novos negócios, novos produtos, novos concorrentes e novas regras. Já as mudanças no ambiente interno podem ser ilustradas com a troca dos membros da alta direção, novas estratégias empresariais, novas metas e novos modelos de negócio.
A estratégia da governança corporativa deve acompanhar essas modificações e essa é a dificuldade e o desafio de toda gestão de riscos.
Os autores lembram, por fim, que muitas metodologias de gerenciamento de riscos estão disponíveis, como o ISO 31000, FERMA, COSO e COBIT. Cada uma com sua peculiaridade.

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Prescrição é a maior ameaça à Lava-Jato no STF, diz idealizador da Ficha Limpa
O jurista e ex-juiz Marlon Reis, um dos autores da Lei da Ficha Limpa, concedeu entrevista ao site UOL. Marlon afirmou que o STF se depara hoje com um desafio inédito, tendo em vista o número de denúncias aceitas e inquéritos abertos pelo ministro Fachin.
A seu ver, o STF terá que, apesar do volume do trabalho, dar uma resposta à sociedade, nem que para isso convoque juízes auxiliares.
Marlon afirma que, pelo fato da Corte Suprema não ser o tribunal apropriado para o julgamento de casos da Lava-Jato, a prescrição é um grande risco. Por isso, defende que é preciso cobrar o fim do foro privilegiado para autoridades e, assim, garantir julgamentos mais céleres.

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O que acha que as delações da Odebrecht vão mostrar ainda? Sua empresa tem gerenciamento de riscos? O que você acha desse gerenciamento? Ele é efetivo? O volume de ações no STF realmente preocupa, mas o fato dele estar iniciando uma força tarefa para auxiliar na investigação dos fatos é algo que efetivamente pode ajudar. Você concorda com isso? Deixem ai seus comentários, não se esqueçam de curtir esse vídeo e assinar o canal.

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