• Empresas e imprensa na era do compliance;
  • Setor de saúde amplia busca por compliance.

Empresas e imprensa na era do compliance
O Jornalista João Rodarte, em artigo publicado na Folha de São Paulo, analisa o tema da comunicação e do Compliance.
É certo que todo programa de Compliance exige boa comunicação interna, o que implica mensagens constantes às equipes sobre o programa e treinamentos.
Rodarte concentra sua análise, no entanto, na importância da comunicação externa do programa de Compliance, que idealmente deve se dar por meio da imprensa. O autor vê aqui um duplo desafio para os jornalistas.
O primeiro seria o de dominar o tema do Compliance, pois há uma demanda das empresas, de capital aberto ou fechado, que precisam dar transparência a seus atos e divulgar seus dados, assim como da sociedade civil.
O segundo seria o de investigar as empresas de modo tão eficiente quanto faz em relação aos poderes públicos, e também o de divulgar boas práticas das empresas nessa área.
Obviamente, esse duplo desafio é também uma dupla oportunidade para os jornalistas.
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COMENTÁRIO:
Concordo com o autor. Parece-me que pelo fato da expressão “Compliance” estar em alta atualmente, infelizmente a imprensa tem destacado apenas um lado da moeda.
Seria interessante que ela se ocupasse de dar publicidade ao outro lado. Qual seja, o lado no qual o Compliance protege a empresa criando um ambiente cultural que foi direcionado por ela com treinamentos e comunicação interna.
Mostrar ao publico em geral o que é e como funciona um programa de Compliance. O ideal é demonstrar os benefícios e fazer com que mais empresas procurem se informar e implementar um programa de Compliance.
A disseminação da existência de uma cultura de Compliance em empresas tende a acelerar um processo que, invariavelmente, irá ocorrer. Empresas, num futuro a médio e longo prazo, apenas contratarão entre aquelas que possui um efetivo programa de Compliance.
O canal IComply não é formado por jornalistas, mas um de seus principais objetivos é exatamente tornar esse lado da moeda mais conhecido do público em geral.
Se você concorda com essa iniciativa assine o canal e compartilhe os vídeos.

Setor de saúde amplia busca por compliance
De acordo com o Sindicato das Empresas de Seguros, o setor de saúde ampliou a busca por compliance.
Trata-se de um setor que tem diversos fatores de risco ligados à questão ética, como por exemplo a complexidade da cadeia de atores, as múltiplas regulações e leis aplicáveis, e a relação estreita com agentes e funcionários públicos.
Segundo uma pesquisa recente conduzida pela KPMG, 46% das empresas da área de saúde já contam com uma estrutura de Compliance.
O sócio da KPMG, Bernardo Lemos, afirmou que um Compliance efetivo no setor ajudaria a diminuir os preços dos planos de saúde, que são hoje elevados devido a comportamentos antiéticos, como a realização de procedimentos desnecessários.
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COMENTÁRIO:
A notícia de que o setor de saúde se preocupa com o Compliance vem ao encontro de uma ideia que, para quem não é do ramo de Compliance, pode soar piegas.
O Compliance tem sim o poder de auxiliar na mudança do mundo, como o que temos hoje, para um mundo melhor.
Infelizmente o Estado, pelo menos o Estado Brasileiro, tem dado sinais evidentes de ter sido tomado por pessoas que se importam mais com seus lucros pessoais do que com os cidadãos.
Em tese caberia ao Estado direcionar seus cidadãos a um comportamento mais ético e moral. Entretanto, entre uma corrupção e outra, as sobras das verbas estatais, infelizmente, não tem sido suficientes para auxiliar a moldar uma cultura de ética e moral popular.
Diante dessa situação fática, quem acaba sofrendo, também, são as empresas que lidam com um material humano não formatado para o bem comum.
Nessa situação você dirigente de empresa pode garimpar no mercado pessoas de boa índole ou investir na transformação de seus funcionários.
Um Programa de Compliance Efetivo, também, se destina a isso! E em modificando as pessoas que trabalham na sua empresa, você não só terá melhores resultados internos como contribuirá, poderosamente, para um país melhor, haja vista que a maioria das pessoas passam mais tempo trabalhando do que em casa.
Se o trabalho se preocupa em aprimorar essas pessoas e o Programa de Compliance é quem executa essa função, então podemos afirmar sim que o Compliance pode mudar o mundo.
Qual a sua opinião?

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