Nesta edição:

  • Política de compliance: uma palestra da gerente da área da Thyssen Krupp;
  • Probidade empresarial: compliance e franchising;
  • Quando líderes de empresas se transformam em líderes de compliance.

Política de compliance: uma palestra da gerente da área da Thyssen Krupp
Claudia Holl Telles, responsável pelo compliance da Thyssen krupp no Brasil, colocou a seguinte pergunta durante uma palestra: por que as grandes e pequenas empresas estão investindo em políticas de Compliance?
Essencialmente por duas razões: a primeira seria por conta dos grandes prejuízos para as empresas quando um caso de corrupção vem à tona. A segunda razão seria estratégica, pois o Compliance poderá aumentar o valor da empresa.
Claudia pontuou ainda que, empresas com programas de Compliance mais rígidos encontrarão maiores dificuldades de atuar em países mais tolerantes às transgressões. Garantiu, no entanto, que em empresas com a Thyssen krupp, a instrução é de apenas entrar em negócios que não impliquem a violação das regras internas de Compliance.

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Probidade empresarial: compliance e franchising
Em artigo publicado no site da LEC, a advogada Thaís Boia Marçal, defende a extensão dos programas de Compliance às relações entre franqueadoras e franqueados.
Desse modo, seria assegurada a comunhão de valores entre ambas as partes, e dificultaria a eventual configuração de grupo econômico entre franqueado e franqueadora, punindo-se apenas a parte infratora.
O programa de integridade extensível à relação de franquia também permitiria ao franqueado ter uma garantia de que sua atuação está embasada em um know-how do franqueador sobre as normas aplicáveis e práticas do setor.
Por exemplo, o franqueador, por ter mais experiência no ramo, poderá mais facilmente identificar os riscos advindos de terceiros, normas especiais de fiscalização de determinado produto, contatos com funcionários públicos, entre outros.
Em suma, trata-se de importante medida para esclarecer os limites de atuação de cada parte e um modo inteligente de compartilhamento de informação sobre as exigências de Compliance de determinado mercado.
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Quando líderes de empresas se transformam em líderes de compliance
O autor do artigo publicado no FCPA Blog, Richard Bistrong, disse notar recentemente uma mudança nos eventos de Compliance: os líderes de empresas, junto com os responsáveis pelo Compliance, têm tomado a iniciativa em termos de conformidade.
Isso vai além das mensagens em murais ou no site da empresa. Os líderes de empresas têm tido uma atitude muito mais proativa, incluindo o Compliance na rotina de trabalho e nos objetivos da empresa.
O que tais líderes têm dito, na opinião do autor? Três recomendações principais:

1 – Preparar e sensibilizar as pessoas aos riscos antes que eles se concretizem;

2 – Assegurar que o departamento comercial compreende como a área de Compliance está organizada e como poderá apoiá-lo.

3 – Todos devem saber o que fazer se algo der errado.

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Você concorda que o Compliance previne grandes prejuízos e ainda aumenta o valor da sua empresa? O que achou da ideia do franqueador exigir um programa de Compliance do franqueado? E ai o que achou do fato dos líderes de empresas estarem mais alinhados com o Compliance Officer? O que achou das recomendações que o autor deixou? Será que seu Compliance Officer não seria melhor aproveitado se ele participasse das decisões estratégicas da empresa? Dessa forma, toda e qualquer mitigação para qualquer projeto pode ser provisionada desde o início. O que acha dessa idéia? Deixem ai seus comentários, não se esqueçam de curtir esse vídeo e assinar o canal.

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